Sem qualquer sustentáculo lógico, estatístico, matemático - enfim, científico e analítico -, ouso afirmar que o tema mais batido da música contemporânea é o tema do Amor. Basicamente, creio que tal se deve a dois factores:1. Como seres humanos, acreditamos que este sentimento nos confere um estatuto especial por entre os demais seres que habitam esta bola azul.
2. Dá dinheiro falar sobre 1.
O primeiro ponto é muito discutível e certamente que daria pano para mangas. No entanto, não estou a escrever estes artigos para encetar arengas aborrecidas e sujeitas ao exame do Relativismo . Tal é para ser feito numa esplanada lisboeta, acompanhado de uma jeca e, se possível, de pistachios :) .
O primeiro ponto é muito discutível e certamente que daria pano para mangas. No entanto, não estou a escrever estes artigos para encetar arengas aborrecidas e sujeitas ao exame do Relativismo . Tal é para ser feito numa esplanada lisboeta, acompanhado de uma jeca e, se possível, de pistachios :) .
O segundo ponto creio ser uma daquelas verdades elementares no que respeita à sociedade contemporânea. Se tal não fosse verdade não teriamos ao nosso dispor tantos discos que explorassem, umas vezes bem, outras vezes mal, este tema.
Todos os tipos de Amor são explorados, de certa forma, pela música: Amor fraternal, Amor paternal e maternal, Amor sexual, Amor Platónico, Amor Romântico, Amor Inocente, Amor Indecente, Amor Impossível, Amor Heterossexual, Amor Homossexual, Amor amigo, etc.
De entre estes tipos de Amor, aquele que mais ouvimos na música, é o Amor Romântico entre duas pessoas do sexo oposto. O típico Boy meets Girl. Existem inúmeros bons discos dedicados exclusivamente a este tipo de Amor. Mas - e depois deste palavreado todo - não é sobre isto que apresento o seguinte disco. Hehehehehehehe.
O disco deste artigo, 16 Lovers Lane (1988), da mítica e muito underrated banda australiana The Go Betweens, explora exactamente o que pode custar um Amor Romântico que não corre lá muito bem. Desespero, Rejeição, Saudade, Desejo, Esperança, estão contidos e mesclados neste disco em poderosas metáforas e declarações pujantes sem qualquer subterfúgio que nos possa distrair da verdade pura e nua.
O disco deste artigo, 16 Lovers Lane (1988), da mítica e muito underrated banda australiana The Go Betweens, explora exactamente o que pode custar um Amor Romântico que não corre lá muito bem. Desespero, Rejeição, Saudade, Desejo, Esperança, estão contidos e mesclados neste disco em poderosas metáforas e declarações pujantes sem qualquer subterfúgio que nos possa distrair da verdade pura e nua.Na minha opinião, a melhor lição que podemos aprender graças a este disco é: Sim, o Amor não corre sempre bem, mas olha, o tempo passa, a vida continua, outras oportunidades virão ao teu encontro.
Faixas de destaque:
Love goes on
You can't say no forever (Uma das faixas mais bem escritas que eu conheço)
Clouds
Was there anything I could do?
I'm allright
Vídeos deste disco no youtube:
Streets of your town
Was there anything I could do
Clouds (versão acústica)
Quiet Heart (apenas audio)
Um grande disco de uma grande banda. Ainda vou falar mais deles e de um dos seus elementos chamado Grant McLennan.
Se gostares deste disco, vais ouvi-lo muitas vezes....
Arcade Fire - Eat this! :P
2 comentários:
Boa, boa, apanhador de bolas de cotão, isto é que é produção! Estás a fazer-me concorrência?
Já tiravas a publicidade do teu blog! :P É q'irrita
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